domingo, 30 de outubro de 2011

Modificações da Instalação Elétrica do NIVA



Quem já tentou instalar um novo equipamento no carro (som, farol auxiliar, iluminação no porta-malas, bateria auxiliar, etc.) sabe a trabalheira que dá passar novos fios ou substituir os antigos.

No caso do NIVA e outros carros ela passa pelo assoalho, aí não tem jeito, tem que tirar as borrachas das portas, afastar o carpete, não raro ter retirar os bancos, soltar forros... Enfim, uma trabalheira que costuma desanimar o mais disposto dos futriqueiros.

Além disso, nunca me agradou aquele bolo de fios pelo assoalho, ainda que escondido debaixo do forro do piso.

Se entrar água e tiver um fio com o isolamento danificado ou uma emenda mal feita, alguma coisa vai deixar de funcionar, na melhor das hipóteses.

Daí a modificação ora apresentada.

Creio que as fotos abaixo são auto explicativas.

O material empregado foi eletroduto flexível de boa qualidade, do tipo resistente e que não amassa ou quebra ao ser dobrado ou apertado.

Uma recomendação é colocar uma proteção térmica no mesmo em locais onde a chapa ficar muito exposta ao sol, como é o caso do teto. Se ficar exposto ao calor por longos períodos este material tende a ficar quebradiço.

No meu caso, será utilizado um isolamento térmico à base de polietileno de baixa densidade entre o eletroduto e a chapa, que será objeto de próxima postagem.

O diâmetro dos eletrodutos foi determinado pelo espaço disponível na lataria, que variou de 20 a 25 mm2, o que é mais do que suficiente mesmo que usasse apenas um ramal. Como sou exagerado tenho à disposição caminhos alternativos.

Para passar a fiação por esses eletrodutos utiliza-se a mesma técnica usada pelos eletricistas em instalações elétrica embutidas: arame de aço ou uma guia de nylon, o que permite a qualquer momento alterar ou acrescentar novos condutores.

Os números que aparecem nas fotos referem-se ao ramal (circuito) para facilitar o entendimento.

Os eletrodutos, após a passagem dos fios, serão melhor arrumados, presos com abraçadeiras de nylon e envoltos com pedaços de manta de polietileno para evitar vibrações com a lataria e, consequentemente, ruídos.

Diagrama
Teto
Lateral Traseira Esquerda
Traseira




Lateral Esquerda

Cofre do Motor (Estepe)



Caixa da Roda Dianteira Esquerda (Caixa de Ar)



Caixa da Roda Dianteira Esquerda (Coluna)


Painel (Lado Esquerdo)

Cofre do Motor (Bateria)


Lateral Traseira Direita
Lateral Direita (Caixa de Roda Traseira)


Lateral Direita (Parte Central)


Lateral Direita (Bocal de Abastecimento)



Painel (Lado Direito)


 Epaminodas (Milonga)
Para um serviço bem feito é necessário auxiliares competentes
Picolino
Olhar atento aos detalhes
























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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Instalação de antena de rádio no teto


 Uma das modificações que resolvi fazer nos NIVAs foi a substituição da antena de rádio original e do local da mesma.
O furo do pára-lamas foi tampado e a antena foi para o teto, na parte traseira. Mais distante das intereferências do motor.
O modelo escolhido foi o ST3800Q, da Stetsom, indicada para o VW Gol G5, c
uja descrição é: Antena de teto - 60º (ângulo de inclinação da antena) - Amplificada - plug Din - Star Flex - Cabo universal



O furo (15mm) no teto foi feito antes da pintura do carro. A chapa foi devidamente tratada e depois pintada, para evitar ferrugem.
Além da guarnição da antena, que inclusive vem com uma junta auto adesiva dupla face, foi colocado silicone, preenchendo toda a base em contato com a chapa do teto.
O cabo da antena, que possui também um fio a ser alimentado com +12Vcc, uma vez que a antena é amplificada, foi passado pela lateral direita do teto, conforme pode ser visto (ou não ) nas fotos abaixo. Desce pela coluna do pára-brisas (lado direito) até o painel.
Antes que me chamem de mentiroso e digam que a coluna é fechada, informo que mandei abrir. Pela coluna da esquerda irá passar toda a fiação da parte traseira, incluindo a da bóia de combustível. Fiação pelo chão do carro, não mais.
As setas vermelhas indicam onde passa o cabo.




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

BACALHOLada

Agora os NIVeiros de Nova Russas (eu e a Ceiça), podem contar com todo o conforto, qualidade e atendimento personalizado nas moderníssimas instalações da mais nova autorizada AutoVaz do nordeste.
Finalmente inaugurada a melhor assistência técnica Lada do sertão cearense.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

Isolamento Térmico e Acústico da Parte Externa do Assoalho

Depois de devidamente tratado o assoalho por baixo do veículo decidi colocar uma manta asfáltica, que possui uma película de alumínio em uma das faces, em algumas partes do mesmo.
O motivo: diminuir o ruído e calor irradiados para dentro do veículo.



Não vou fazer um tutorial de como colocar uma manta asfáltica, apenas apresentar os resultados. Os moldes das peças foram feitos com papelão corrugado, o que facilitou o corte da manta nos formatos adequados.

Na foto abaixo, é mostrado um primer específico para manta.



Nas duas seguintes, o primer aplicado ao túnel do câmbio.




Além de servir preparar a base de aplicação, o aumento de aderência da manta é considerável.
Ouvi relatos de que o primer não seca, mas, este vídeo mostra o contrário.



A seguir, a manta já aplicada com a ajuda de um maçarico a gás.




Após o teste inicial foi feita a aplicação do primer em todas as áreas onde seria aplicada a manta.




Eis o resultado.






Como esteticamente o resultado não me agradou, devido às manchas de piche que ficaram no alumínio, resolvi cobri-lo com nova camada de primer para possibilitar a aderência de tinta.
Acredito que com a prática as futuras aplicações (parede corta fogo e no “Pangaré”) o resultado seja mais “apresentável”.



Nas partes restantes do assoalho e nas caixas de rodas foram aplicadas generosas camadas de massa anti-ruído.
Não confundir com um produto conhecido por “batida de pedra” que é diluído em água.
Este, usado por mim, é uma espécie de emborrachamento diluído em solvente ou gasolina.
As primeiras camadas devem ser aplicadas com o produto bem diluído para uma boa aderência e para facilitar a penetração do mesmo em fendas e entre chapas sobrepostas. As seguintes, mais espessas, conferem mais resistência e proteção.



Nas fotos a seguir, as áreas em preto brilhante são os locais onde a manta foi aplicada e as em preto fosco onde o anti-ruído foi usado.




Posteriormente, foi aplicada uma camada de tinta na cor do veículo dando acabamento final.

sábado, 11 de junho de 2011

Adaptação dos fusíveis do NIVA

Uma das coisas que me incomodavam no NIVA eram os ultrapassados fusíveis originais, padrão europeu.
Normalmente difíceis de encontrar nas lojas e ruins de trocar, com frequência apresentam mau contato.



Procurei no comércio de auto peças uma solução, mas, só encontrei bases para fusíveis de vidro, os quais não considero adequados para uso em veículos embora sejam comercializados para esse fim.
Resolvi então manter as bases originais, muito boas por sinal, com uma adaptação fácil de ser feita, para receber fusíveis do tipo lâmina usados pela maioria dos veículos atuais.



Usando conectores de latão fáceis de encontrar, ferro de solda de 30W, solda, alicate de ponta e alguns fusíveis para servirem de suporte durante a soldagem para que os conectores fiquem na posição correta.
Primeiro, corta-se o pedaço do conector onde seria fixado o fio, ficando apenas a parte do encaixe



Colocam-se dois conectores já cortados em um fusível, que vai servir de suporte durante a soldagem.



Estanha-se a lateral dos conectores que fica externa ao fusível.



Com a ajuda das lâminas do suporte do fusível, mantêm-se o mesmo na posição adequada, tendo-se o cuidado de previamente raspar com uma lixa ou ponta de estilete o local onde vai-se efetuar a solda, removendo a oxidação, para que a mesma possa aderir às lâminas de fixação dos fusíveis.




O fusível deve ser posicionado adequadamente antes da soldagem. Observe-se também a altura que ele deve ficar para dentro do suporte para que a tampa do porta fusíveis possa fechar adequadamente.



O resultado final.




Se os conectores forem corretamente posicionados, a tampa fechará sem problemas.




Como a maioria das adaptações que faço nos meus NIVAs, esta também pode ser revertida à configuração original. Basta que sejam derretidas as soldas efetuadas e os terminais de encaixe dos fusíveis removidos.

É importante que a solda fique bem aderida às lâminas das caixas de fusíveis para que não haja mau contato. Isso é fácil de verificar sacando o fusível. Se o terminal não sair junto, tudo bem.

terça-feira, 8 de março de 2011

Carros "alegóricos"

Em plena segundona de carnaval, prosseguem os trabalhos no "barracão" da Unidos do NIVA.


A afinação da "lataria".


No "Pangaré" os trabalhos também recomeçaram (finalmente).




Quero ver quando é que os dois vão ficar assim emparelhados, mas, prontos.